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Dr. Lair Ribeiro, médico,
viveu 17 anos nos Estados
Unidos, adquirindo grande
experiência nos campos educativo
e empresarial, além de
treinamento médico na Harvard
University, como Research Fellow.
Semanalmente escreve suas
matérias no Jornal Compre Certo,
com objetivo de levar ao povo da
região, uma pequena semente da
árvore da sabedoria, que sem
nenhuma dúvida, pode mudar a sua
vida!
Aqui você encontra as mensagens
publicadas semanalmente em nosso
jornal.
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O papel do novo líder é cultivar
o maior bem das organizações: o
capital humano. Cabe-lhe
promover a humanização do
ambiente de trabalho,
valorizando o potencial de sua
equipe e contribuindo para que
sejam criadas novas formas de
relacionamentos, em que tanto o
empregado quanto o empregador
sejam beneficiados.
Empresas que não valorizam o
capital humano nem investem em
seu desenvolvimento correm o
risco de ser engolidas pelo
mercado, pois seus melhores
profissionais começam a migrar
para organizações que lhes dêem
a oportunidade de conquistar o
sucesso fazendo o que gostam e
do modo como gostam de fazer.
Toda empresa necessita de
pessoas com talento; mas, além
de encontrá-las, é preciso
mantê-las. E isso não se faz só
com dinheiro. Dinheiro funciona
como motivador de curto prazo,
pois as pessoas querem
oportunidades de crescimento
que, se a empresa não lhes der,
a concorrência dará!
Hoje, pessoas competitivas abrem
mão de um emprego estável para
ir atrás de novos desafios,
conquistar novas metas e ser
mais bem remuneradas. Para as
empresas, é mais econômico
descobrir essas pessoas em seu
quadro de funcionários e criar
condições para que evoluam do
que encontrá-las no mercado, e
cabe ao novo líder
identificá-las e ajudá-las a se
desenvolverem.
Equipes, hoje, não precisam de
líderes que tenham respostas
para tudo, mas que as levem a
encontrar as melhores soluções e
contribuam para o crescimento
individual de cada integrante do
grupo. Alinhando-se à
necessidade de crescimento do
grupo, o líder consegue motivar
e integrar toda a equipe, que
produzirá sempre os melhores
resultados. Nesse cenário, ele
pode assumir os papéis de
patrocinador, mentor, avaliador,
modelo ou professor do grupo.
Em suma, o novo líder precisa
conhecer-se mais do que se
deixar conhecer, ser
transparente em suas atitudes e
decisões e ter sensibilidade
para perceber as necessidades e
anseios dos outros. Além disso,
tem de ser proativo, criativo e
ético, sabendo exercer
autoridade sem autoritarismo e
sendo capaz de tomar decisões
rápidas, sem medo de delegar nem
de compartilhar informações. Ele
deve, ainda, saber negociar,
comunicar-se com facilidade e
ter controle sobre si mesmo e a
equipe. E, finalmente, tem de
ouvir mais do que falar,
valorizar a equipe, motivar o
grupo, manter-se atento às
expectativas da corporação e
focado em qualidade e
desenvolvimento, ter
flexibilidade para mudanças e, o
principal: investir sempre no
seu próprio crescimento pessoal
e no de seus subordinados.
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