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Dr. Lair Ribeiro, médico,
viveu 17 anos nos Estados
Unidos, adquirindo grande
experiência nos campos educativo
e empresarial, além de
treinamento médico na Harvard
University, como Research Fellow.
Semanalmente escreve suas
matérias no Jornal Compre Certo,
com objetivo de levar ao povo da
região, uma pequena semente da
árvore da sabedoria, que sem
nenhuma dúvida, pode mudar a sua
vida!
Aqui você encontra as mensagens
publicadas semanalmente em nosso
jornal.
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Uma das melhores formas para
desenvolver habilidades
intuitivas é mantendo um diário
de idéias não-racionais.
O dicionário diz que “intuição é
a capacidade de pressentir”, e a
filosofia diz que “intuição é a
percepção de uma verdade
diferente daquela atingida por
meio da razão ou do conhecimento
objetivo”. Eu digo que intuição,
na verdade, é antecipação. É o
“clique” que algumas pessoas têm
depois que determinados fatos e
sensações são reorganizados ao
nível inconsciente. Quem tem
intuição é mais competitivo
porque tem condições de
antecipar tendências, desejos,
problemas...
Sabe como descobrir se uma
pessoa é intuitiva? Observando
se ela é capaz de planejar, pois
quem planeja, antecipa-se aos
fatos. Se, em uma competição de
velocidade, a vitória é de quem
chega na frente, pode-se deduzir
que se antecipar é fundamental
para vencer. Estudos mostram que
pessoas bem-sucedidas usam muito
a intuição; assim, elas
funcionam mais produtivamente em
mudanças e ambientes de crise.
Intuição é a antecipação que
permite planejar e tomar
decisões corretas com base em
dados incompletos.
A partir de agora, pare de
pensar em intuição como aquela
faculdade misteriosa que, vez
por outra, lhe traz boas ou más
notícias de parentes distantes
ou que livra você ou pessoas
próximas de um acidente, por
exemplo. A intuição não faz só
isso e também não é misteriosa!
Todo conhecimento claro e
imediato que não provém do uso
do raciocínio é intuição.
Também conhecida como sexto
sentido, a intuição não tem nada
de sobrenatural nem tampouco é
um sentido: é apenas um
relatório, digamos, automático
que o cérebro elabora a partir
das funções sensoriais do
organismo e das experiências
anteriores, antecipando a
possibilidade de determinadas
ocorrências.
O único problema é que
dificilmente sabemos quando tal
“relatório” será emitido nem
sabemos como processar os dados
para obtê-lo. E, assim, ficamos
totalmente à mercê de um poder
“oculto”, achando que os
relatórios estão fora do nosso
alcance... Mas não se preocupe:
a maioria das pessoas ainda não
sabe emitir estes relatórios!
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