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Dr. Lair Ribeiro, médico,
viveu 17 anos nos Estados
Unidos, adquirindo grande
experiência nos campos educativo
e empresarial, além de
treinamento médico na Harvard
University, como Research Fellow.
Semanalmente escreve suas
matérias no Jornal Compre Certo,
com objetivo de levar ao povo da
região, uma pequena semente da
árvore da sabedoria, que sem
nenhuma dúvida, pode mudar a sua
vida!
Aqui você encontra as mensagens
publicadas semanalmente em nosso
jornal.
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Intuição é a antecipação que
permite planejar e tomar
decisões corretas com base em
dados incompletos.
Não existem meios científicos
para medir, avaliar ou
classificar a intuição, mas,
ainda assim, ela constitui uma
forma de conhecimento
inquestionável. Quem diz que não
a tem é porque ainda não sabe
como tornar-se receptivo para
percebê-la, pois ela está
presente — e de modo constante —
no dia-a-dia de cada um de nós.
Como a intuição resulta da
comunicação entre os hemisférios
direito e esquerdo do cérebro, e
essa interação acontece no
inconsciente, seguindo um
processo que escapa à logica e à
linearidade do pensamento, é
preciso ter um certo preparo
para acessar as informações
disponibilizadas pela intuição.
Para isso, existem algumas
regras básicas, que são:
• Estimular os cinco sentidos de
forma a recuperar a percepção
clara de cada um deles.
• Aprender a lidar com dados
objetivos e subjetivos da mesma
forma, sem deixar que o lado
racional se sobreponha às
emoções e impressões.
• Aprender a formular perguntas
diretas e sem ambigüidade.
• Distanciar-se mentalmente da
questão para a qual deseja
intuir alguma resposta.
• Manter-se sempre atento, pois
evidências saltam aos olhos
quando se está atento.
• Estar sempre aberto para a
aquisição de novos
conhecimentos, pois um “banco de
dados” maior permite maior
número de associações e
conclusões, mesmo que não seja
pela mente lógica e analítica.
• Reservar um tempo na rotina
diária para a prática do
silêncio mental.
• Acostumar-se a anotar e a
interpretar sonhos, bem como a
registrar impressões marcantes
sobre determinadas coisas como
forma de familiarizar-se com os
meios de comunicação com o
inconsciente.
Em relação à intuição, as
pessoas costumam se mostrar:
1. céticas, tendendo à
racionalidade;
2. desconfiadas, não levando
muito a sério suas
manifestações;
3. excessivamente crentes,
atribuindo a intuição a poderes
misteriosos.
Para cada caso, uma
recomendação:
1. No caso de pessoas céticas, é
recomendável que procurem
estimular o acesso à intuição,
encurtando o caminho para suas
decisões;
2. No caso de pessoas
desconfiadas, seria conveniente
que levassem mais a sério as
manifestações da sua intuição
para que estas possam se tornar
freqüentes e os benefícios
possam ser mais efetivos;
3. E no caso de pessoas
excessivamente crentes, o ideal
é que desvinculem a intuição da
aura de mistério em que a
colocam e aprendam a usá-la
melhor, como antecipando-se a
pequenos fatos, por exemplo.
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