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Dr. Lair Ribeiro, médico,
viveu 17 anos nos Estados
Unidos, adquirindo grande
experiência nos campos educativo
e empresarial, além de
treinamento médico na Harvard
University, como Research Fellow.
Semanalmente escreve suas
matérias no Jornal Compre Certo,
com objetivo de levar ao povo da
região, uma pequena semente da
árvore da sabedoria, que sem
nenhuma dúvida, pode mudar a sua
vida!
Aqui você encontra as mensagens
publicadas semanalmente em nosso
jornal.
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Durante muito tempo as relações
entre homens e mulheres no
ambiente de trabalham eram, no
mínimo, hostis. Até hoje, muitas
mulheres ainda recebem salários
inferiores aos de homens que
ocupam o mesmo cargo e reclamam
do modo como são tratadas.
Muitos homens, porém, garantem
que não há preconceito contra a
mulher mundo coorporativo e que,
quando incidentes dessa natureza
acontecem, não raro são
provocados pelas próprias
mulheres, que apelam para o
estigma do “”sexo frágil” em um
cenário em que, agora, o que
vale é a competência!
Os tempos de desconfiança e
falta de respeito tendem, cada
vez mais a ficar no passado.
Hoje, empresas têm estimulado
seus funcionários, homens e
mulheres, a aprenderem com os
benefícios que a diversidade
pode proporcionar ao
funcionamento do negócio, seja
ele qual for.
O homem e a mulher têm
características distintas, que,
se utilizadas em conjunto,
tornam-se armas muito mais
potentes e eficazes do que se
empregadas isoladamente,
principalmente no que se refere
ao caótico e competitivo mercado
de trabalho. A mulher, por
exemplo, é capaz de executar
várias tarefas ao mesmo tempo e
ainda se manter “antenada” no
que ocorre ao seu redor. Se
ouvir um colega do outro lado da
sala dizer algo que lhe
interessa, pode apostar que fará
algum comentário, mesmo estando
com a atenção comprometida com
duas ou três atividades
simultâneas. Enquanto isso, o
homem trabalha com toda sua
atenção focada em uma única
tarefa, e ai daquele que o
interromper.
A mulher, no seu papel de cuidar
da segurança dos filhos,
desenvolveu uma percepção
aguçada para identificar
alterações mínimas na aparência
e no comportamento de outras
pessoas, além de primar pela
excelência nos resultados, pois,
possuindo visão periférica, ela
capta detalhes quase
imperceptíveis ao homem, cuja
visão é de longo alcance, porém
tubular.
Para mostrar as diferenças entre
homens e mulheres no ambiente de
trabalho, podemos compará-los a
computadores. A mulher é um
modelo de última geração:
multitarefas, com uma enorme
capacidade de armazenamento de
dados e memória otimizada, o que
dá mais agilidade ao seu
desempenho que, por natureza, já
é ágil. O homem, por sua vez, só
não é “monotarefa” porque não
existe computador com tal
especificação, mas é um modelo
da primeira ou da segunda
geração de máquinas, que costuma
travar quando se tenta fazer
duas coisas simultaneamente.
Características femininas, como
falar muito ou ser mais sensível
e levar tudo para o lado
pessoal, faz alguns colegas se
sentirem incomodados,
principalmente se a conversa
ultrapassar as fronteiras do
negócio e for para o lado
pessoal. Isso ocorre porque o
homem usa a fala para comunicar
fatos, enquanto as mulheres
falam para se relacionar.
Os homens mantêm mais o foco em
seus objetivos, são mais
fechados e se atêm mais aos
fatos, fazendo pouco uso de sua
sensibilidade e intuição. Já a
sensibilidade feminina ajuda a
humanizar as relações de
trabalho. Ainda assim, muitas
mulheres se chateiam porque seus
colegas as vêem primeiro como
mulher e, depois, como
profissional. Bem, isso é um
fato! Não se pretende que o
homem deixe de ver uma mulher ao
olhar para uma ou vice-versa. Se
a primeira coisa que enxergamos
no outro é a aparência, não há
porque pretender que colegas de
trabalho ignorem isso. O homem e
a mulher sempre se verão como
realmente são, e a atração entre
eles continuará a existir, seja
em que ambiente for. O
importante é que não se esqueçam
da sinergia que poderão obter
atuando em conjunto, pois, como
suas características são
complementares, sua
produtividade, certamente, será
maior trabalhando em parceria do
que isoladamente.
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